
5.15.2007
ainda vamos a tempo....
depois de algum tempo aqui estão quatro imagens que vos fazem lembrar, certamente, sensações, cheiros, sorrisos ou outras imagens ainda mais diversas. com um pé na terra e um braço a tocar o céu... aqui está a nossa peregrinação. qual foi a imagem que o marcou nesta peregrinação?


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1 comentário:
Então vou fazer uma partilha num blog (ai!... nunca escrevi aqui uma linha que fosse!!..):
Acho que SIM, que a FIDELIDADE é a receita da felicidade!!!
Fidelidade a Deus – vertical – e fidelidade horizontal às várias pessoas que fazem parte da nossa vida, com maior ou menor proximidade. Ambas em termos teóricos e práticos, ou seja, em crescente adesão e integração dos princípios e valores que são necessários a essa fidelidade – em verdade, e não em termos de moral – e numa crescente aplicação ao meu dia-a-dia através das escolhas e prioridades que vou definindo. E não me refiro à fidelidade forçada, normativa, do “dever ser”; refiro-me antes à fidelidade que flui naturalmente, do “não poder deixar de ser” pois de outra forma não faz sentido. Querer viver empenhado, comprometido, em missão – por discreta que seja...
É esta a partilha que acabei por não fazer na peregrinação: todos os meus pequenos ganhos de fidelidade reverteram-se sempre em (maiores que pequenos) ganhos de felicidade. Obrigada por me lembrar disto através da pista de oração, Padre Carlos!
Para mim a grande dificuldade é perceber que a fidelidade é um conceito muito dinâmico, regenerado todos os dias pelo fogo do Espírito Santo. O que ontem era sinónimo de ser fiel invariavelmente já não é bem assim no dia seguinte, o que me leva a ter que suportar estes “custos” de ajustamento em contínuo ... Acho que a isto se chama processo de crescimento! Mas também isso é DOM; basta que nos disponibilizemos a recebê-lo e o ajustamento diário é feito sempre com incentivo.
O que é que mais me comove no Círculo Loyola??
O Padre Vasco referiu o facto de todos os anos haver pessoas novas na peregrinação. Nem mais! Comove-me em particular a adesão gradual dos maridos. É tão bom para todos: para eles próprios, com certeza, para o grupo, pelo equilíbrio de género (tão salutar!), para o Círculo Loyola, já que cada vez mais se realiza num carisma de famílias cristãs empenhadas em testemunhar Jesus Cristo através da chamada Igreja doméstica, e imagino também para as respectivas mulheres, que passam a partilhar a orientação espiritual dentro da família. Acho que este é um desafio: envolvermos gradualmente os maridos/amigos/irmãos/pais no nosso compromisso com Deus!
E uma salva de palmas para aquelas e aqueles que permitem que tudo isto aconteça: as nossas queridas LOIOLITAS!!!! Mais uma vez superaram as nossas expectativas e foram verdadeiros agentes de Deus. Muito obrigada!
Teresa Eugénia (ou Tesinha :-))
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